UTILIZAÇÕES ESPECIAIS

CADEIRA ERGONÔMICA ESPECIAL PARA CALL CENTER
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email
Share on whatsapp

CADEIRA ERGONÔMICA ESPECIAL PARA CALL CENTER

Cadeira ergonômica especial para Call Center – Telemarketing – Teleatendimento

Totalmente de acordo com a norma NR 17 anexo II 

Projetada especialmente para atender as exigências da Norma Regulamentadora 17, que tem por finalidade estabelecer parâmetros de qualidade para o trabalho em atividades de Call Center, garantindo ao operador, mais conforto, segurança, saúde e desempenho. O modelo Golden Call excede à Norma, pois apresenta inclinação do espaldar ponto a ponto e regulagem de altura do espaldar por catraca com taps que permite sua regulagem com o usuário.

Especificação básicas mínimas do Anexo II da NR 17

Apoio em 05 (cinco) pés, com rodízios cuja resistência evita deslocamentos involuntários, além de não comprometer a estabilidade do assento;

Estofada e revestida de material que permite perspiração, nas superfícies onde há contato corporal;

Altura da superfície superior ajustável, em relação ao piso, entre 37 e 50 cm, podendo ser adotados até 03 tipos de cadeiras com alturas diferentes (caso não haja uma coluna capaz de atender a gama sozinha) .

Base estofada do assento com material de densidade entre 40 (quarenta) a 50 (cinquenta) kg/m3;

Profundidade útil do assento de 38 cm mínimo a 46 cm máximo;

Borda frontal do assento arredondada;

Encosto ajustável em altura e em sentido antero-posterior, com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar;

Largura do assento de, no mínimo, 45 cm e, com relação aos encostos, de no mínimo, 42 cm;

Características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento;

Apoio de braços regulável em altura de 20 cm a 25 cm a partir do assento. O comprimento não interfere na aproximação da cadeira com relação à mesa, nem os movimentos inerentes à execução das tarefas.

*A  Mundo Ergonomia também fabrica as mesas de altura regulável para atender esta norma e outras aplicações com acionamento manual e ou elétrico, pode projetar seu projeto e ainda, fabricar as baias e todo o mobiliário.

Nota técnica: incrementar e aumentar o conforto de seu pessoal e adicionar inclinação do encosto e regulagem de altura do espaldar (encosto) SEM roseta externas e de maneira automática é perfeitamente salutar, pois a atividade é muito estressante.

Para caso de Obesos: Esta cadeira atende perfeitamente até usuários até 130 kilos.Temos uma cadeira similar que não vai descaracterizar a decoração nem a normatização de seu telemarketing. Peça pelo modelo Golden Premium One modelo Gerente com base de aluminio ou Nylon Injetado que atende pesos de usuários até 160 kg obviamente respeitados as dimensões antropométricas em relação as dimensões do assento e do encosto.

Todas as cadeiras Golden Flex Revestidas desde que com braços atendem tambem o Anexo da NR 17 quanto a Tele Atendimento.

O Anexo II da NR17

ANEXO II

TRABALHO EM TELEATENDIMENTO/TELEMARKETING

1. O presente Anexo estabelece parâmetros mínimos para o trabalho em atividades de teleatendimento/telemarketing nas diversas modalidades desse serviço, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente.

1.1. As disposições deste Anexo aplicam-se a todas as empresas que mantêm serviço de teleatendimento/telemarketing nas modalidades ativo ou receptivo em centrais de atendimento telefônico e/ou centrais de relacionamento com clientes (call centers), para prestação de serviços, informações e comercialização de produtos.
1.1.1. Entende-se como call center o ambiente de trabalho no qual a principal atividade é conduzida via telefone e/ou rádio com utilização simultânea de terminais de computador.

1.1.1.1. Este Anexo aplica-se, inclusive, a setores de empresas e postos de trabalho dedicados a esta atividade, além daquelas empresas especificamente voltadas para essa atividade-fim.

1.1.2. Entende-se como trabalho de teleatendimento/telemarketing aquele cuja comunicação com interlocutores clientes e usuários é realizada à distância por intermédio da voz e/ou mensagens eletrônicas, com a utilização simultânea de equipamentos de audição/escuta e fala telefônica e sistemas informatizados ou manuais de processamento de dados.

6. CAPACITAÇÃO DOS TRABALHADORES
6.1. Todos os trabalhadores de operação e de gestão devem receber capacitação que proporcione conhecer as formas de adoecimento relacionadas à sua atividade, suas causas, efeitos sobre a saúde e medidas de prevenção.
6.1.1. A capacitação deve envolver, também, obrigatoriamente os trabalhadores temporários.
6.1.2. A capacitação deve incluir, no mínimo, aos seguintes itens:
a) noções sobre os fatores de risco para a saúde em teleatendimento/ telemarketing;
b) medidas de prevenção indicadas para a redução dos riscos relacionados ao trabalho;
c) informações sobre os sintomas de adoecimento que possam estar relacionados a atividade de teleatendimento/telemarketing, principalmente os que envolvem o sistema osteomuscular, a saúde
mental, as funções vocais, auditivas e acuidade visual dos trabalhadores;
d) informações sobre a utilização correta dos mecanismos de ajuste do mobiliário e dos equipamentos dos postos de trabalho, incluindo orientação para alternância de orelhas no uso dos fones mono ou biauriculares e limpeza e substituição de tubos de voz;
e) duração de 04 (quatro) horas na admissão e reciclagem a cada 06 (seis) meses, independentemente de campanhas educativas que sejam promovidas pelos empregadores;
f) distribuição obrigatória de material didático impresso com o conteúdo apresentado;
g) realização durante a jornada de trabalho.
6.2. Os trabalhadores devem receber qualificação adicional à capacitação obrigatória referida no item anterior quando forem introduzidos novos fatores de risco decorrentes de métodos, equipamentos, tipos específicos de atendimento, mudanças gerenciais ou de procedimentos.
6.3. A elaboração do conteúdo técnico, a execução e a avaliação dos resultados dos procedimentos de capacitação devem contar com a participação de:
a) pessoal de organização e métodos responsável pela organização do trabalho na empresa, quando houver;
b) integrantes do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho, quando houver;
c) representantes dos trabalhadores na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, quando houver;
d) médico coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
e) responsáveis pelo Programa de Prevenção de Riscos de Ambientais; representantes dos trabalhadores e outras entidades, quando previsto em acordos ou convenções coletivas de trabalho.

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.