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Como o nome diz, componentes são as partes que compõe uma cadeira.

Muitas vezes as cadeiras  podem parecer iguais porém os tipos de componentes utilizados vai fazer toda a diferença na qualidade da cadeira. , a Este setor vai trazer um roteiro das principais opções para cada tipo de componente com suas recomendações, quando aplicáveis. 

Cada um desses componentes será explicado separadamente e com todos os detalhes necessários para seu completo entendimento. 

É muito importante que se verifique a procedência dos componentes de uma cadeira, seu projeto, a espessura e qualidade do aço, etc., para se estabelecer a sua qualidade efetiva.

A BAIXO MAIORES DETALHES DE CADA COMPONENTE:

COMPONENTES DE UMA CADEIRA:

Este setor vai trazer um roteiro das principais opções para cada tipo de componente com suas recomendações, quando aplicáveis. 

Cada um desses componentes é explicado  separadamente e com todos os detalhes necessários para seu completo entendimento. 

É muito importante que se verifique a procedência dos componentes de uma cadeira, seu projeto, a espessura e qualidade do aço, etc., para se estabelecer a sua qualidade efetiva.

CONHECENDO UMA CADEIRA:

ESTRUTURA: AS CADEIRAS PODEM SER FIXAS OU GIRATÓRIAS.

MONTAGEM: AS CADEIRAS PODEM SER MONTADAS DE FORMA INDIVIDUAL OU EM LONGARINAS.

Ambas possuem componente que podemos resumir: ASSENTO, ENCOSTO, ESTRUTURA FIXA, ESTRUTURA GIRATÓRIA, MECANISMO. SE GIRATÓRIAS, COLUNAS, BASES, PÉS OU RODIZIOS. 

Vamos detalhar cada componente

ASSENTOS E ENCOSTOS:
Assentos e encostos podem ser confeccionados de vários materiais:

De plástico de engenharia, normalmente injetadas, em polipropileno, vários formatos e tamanhos, várias cores.

Injetados em poliuretano – PU – acabamento integral skin. Normalmente brancos ou pretos. 

Em madeira pintada ou envernizada.

Em aço carbono tratado e pintado, normalmente em epóxi processo eletrostático.

Em aço inox, normalmente em Inox AISI 304, conhecido como aço inox alimentício.

Em PEAD, Polietileno de Alta Densidade. Branco ou Preto.

Em espuma de poliuretano laminada ou injetada no formato final, que deve ser revestida de algum produto: Vinil ( courvin ou courino) de vários modelos, espessuras e cores, lona siliconada, kvelar, raspa de couro, couro, e poliéster ou polipropileno de varias cores, espessuras, peso, padrões e tipos.

Há cadeiras até com assentos e encostos em alumínio, também de nosso fornecimento.
De uma maneira super resumida, os assentos podem ser grandes, médios ou pequenos. Os encostos ou espaldares: Retos ou curvos; baixos, altos ou grandes.
Quando em espuma revestida, a densidade, resiliência, procedência e espessura das espumas são importantes e devem, se possível, ser sempre injetadas na forma final do assento e do encosto. Quando estas espumas não são injetadas na sua forma final, são chamadas de espumas laminadas.

Observação interessante: Quando você senta em alguma cadeira e “sente” o fundo, normalmente de madeira e fica com muita dor nas costas e/ou nas nádegas e, ainda, verifica que o aspecto externo da cadeira ou longarina não é bom, significa que ou a espuma que foi utilizada não era injetada (por exemplo, pega-se um pedaço de espuma retangular e corta-se mais ou menos no formato do assento e depois reveste-o) ou a espuma é injetada, mas de pouca espessura ou de baixa densidade ou, ainda, pouca resiliência (capacidade do produto se deformar e voltar à sua forma original). O ideal é ter-se espumas injetadas, de boa densidade, de ótima resiliência e a menor espessura possível cerca de 30 ou 40 mm e vai depender e muito da sua procedência.
Quando um fabricante oferece uma espuma de grande espessura é porque não consegue o produto com boa resiliência, exceto se quer mostrar por razões estéticas ou decorativas. 

ACABAMENTO POSTERIOR DOS ENCOSTOS CHAMADO DE CONTRA ENCOSTO E SOB OS ASSENTOS: 
Chama-se acabamento do encosto (contra encosto) e do assento (contra assento), o material ou conjunto de materiais que vão por trás do encosto e por baixo do assento, para dar acabamento. 
O acabamento mais usado é perfil de PVC flexível para esconder os grampos que prendem o tecido ou revestimento. O contra encosto mais usado em cadeiras operacionais econômicas é um tecido de PVC ou vinil, mais fino, normalmente preto sobre uma pequena camada de espuma. Podem-se ter encostos e assentos revestidos TOTALMENTE com o mesmo revestimento externo, abraçando por cima, lateral e atrás e por baixo. 

Também é muito usado o acabamento com uma capa de polipropileno. Neste caso não há os filetes de PVC (que com o tempo se racham e ficam duros, polimerizam-se!)  São as cadeiras com CAPA. 

Podem ser com capa atrás do encosto onde você não vê as presilhas ou parafusos que seguram o encosto ao mecanismo e não vê os grampos. Não há perfil de PVC. Mas é preciso que esta capa de polipropileno seja tratada contra raios UVA UVB,  pois do contrário, eles também vão rachar, ficar esbranquiçadas, com aspecto de velho. 

Os acabamentos têm padrão na cor preta, mas podem ser de cores diferentes. Já os perfis de PVC podem, por exemplo, ser coloridos, as capas podem ser cinzas, grafites, brancas; os braços e toda a parte pintada pode ser cinza escuro ou rato. 

Você pode ter modelos até super econômicos onde o perfil de PVC é, por exemplo, branco e o tecido azul….. Pode ter o perfil roxo e o tecido rosa…. 
Cadeiras com assentos e encostos separados ou com encosto emendado no assento tipo CONCHA.

MECANISMOS PARA CADEIRAS GIRATÓRIAS: 
Podem ser desde os mais simples que seguram o assento com um L em tubo de aço com ou sem acabamento de PP sanfonado.  Este mesmo L pode ter regulagem de altura por rosetas. Mecanismos podem ser com ou sem inclinação do espaldar, sem regulagem da altura do espaldar até os mais sofisticados, onde alem do encosto, o próprio assento pode se inclinar e se movimentar com alavancas ou com manípulos. 
O mecanismo do espaldar pode ser desde fixo, com regulagem de altura por roseta ou catraca. Normalmente quando por rosetas, uma regula a altura do espaldar e outra, colocada sob o assento, a profundidade do espaldar. 
O mecanismo mais clássico de uma cadeira giratória é composto de uma placa de aço estampado – uma flange – que segura o assento e abriga o pistão a gás e, através de um braço tipo L de aço, segura o encosto. 
Os mais sofisticados possuem regulagem de inclinação do encosto através de alavanca ou de manípulo e, ainda, inclinação do assento conjugado com o encosto e, o mais ergonômico, onde duas alavancas independentes uma regula a inclinação do assento e outra do encosto e, é claro, uma terceira para a regulagem do deslocamento do pistão. Todas são com regulagem ponto a ponto e podem travar a qualquer momento.

Toda a vez que Você consegue inclinar e regular a altura do encosto de maneira que ele abrace a sua lombar é o que chamamos de contato permanente da lombar ou permanent contact. Há mecanismos que possuem molas de tensão, mecanismos que regulagem a profundidade do assento. 
Para as devidas classificações, resumimos as principais opções para quase todas as opções: 
Veja os detalhes na página separada Mecanismos para Cadeiras Giratórias. 

COLUNAS ( OU PISTÃO) PARA CADEIRAS GIRATÓRIAS: 
Pistão a gás com amortecedor ou mecânico? 
Só usamos a gás com várias alturas do assento em relação ao solo com deslocamento (curso) do pistão desde 9 cm, 12,5 cm ou surpreententes 26 cm. NO MINIMO DIN 4550 CLASSE 3. CONFIRA!
Você pode alterar a altura de uma cadeira utilizando colunas de aço que incorporam o pistão. Pode-se usar até prolongadores. A altura do assento em relação ao piso, pode ser tambeé ligeiramente alterada em função de pés de alturas diferentes e até bases mais altas ou mais achatadas.
Para cadeiras, por exemplo, para salas de reunião, que nossos ergonomistas recomendam sempre giratórias, pois seu deslocamento caso sejam fixas causam problemas de coluna e desconforto (atenção: ergonomia!) não precisam, necessariamente ter regulagem de altura do assento e espaldar e inclinação do encosto. Neste caso se usa mecanismo apenas giratório, mais econômico.

A BraSGoldeN – Mundo Ergonomia possui mais de 40 tipos de alturas e cursos de colunas diferentes e um arsenal de mecanismos.
As cadeiras para escritórios com rodízios, normalmente seguem o padrão de curso de cerca de 9 cm ou 13 cm. Mas há anões, crianças e opções mais altas e aquelas industriais, para caixas, bancadas que são mais altas com diversas opções de altura e curso de pistão a gás. 
OBS: Há sempre a possibilidade de bloquear o giro da cadeira após a escolha da altura por razões de segurança, por exemplo para trabalhos em certas prensas ou guilhotinas, etc.
 

BASES PARA CADEIRAS GIRATÓRIAS: 
As bases devem ter, sempre, 5 pés para melhor estabilidade e maior durabilidade. 
Podem ser de vários diâmetros: Resumidamente: menores, médias e grandes no diâmetro. 
De aço pintada, de aço revestidas com capa de polipropileno, totalmente injetadas em Nylon com fibra de vidro, de aço cromado ou ainda injetadas em alumínio polido. Podem, também, ser de aço inoxidável. 
As bases podem ter o formato mais reto ou mais curvo, para dar estilo e até circulares em forma de disco. 
As de aço pintadas com capa de PP e injetadas em Nylon são as mais recomendas para uso geral. As capas são acabamento. As cromadas, alumínio ou aço inox são para estilo ou quando não se pode usar aço carbono, pois com o tempo, mesmo tratadas contra corrosão e pintadas com tinta epóxi, enferrujam ou oxidam, soltam partículas e se quebram.
Quando de aço, precisam ser soldadas e, as mais duráveis, são soldadas por máquina, por robot, do contrário se tornam mais frágeis o que torna as cadeiras manquitolas que a gente vê por aí. 

RODÍZIOS OU PÉS DESLIZADORES PARA CADEIRAS GIRATÓRIAS: 
Os rodízios de Nylon são mais resistentes do que os de plástico. Há rodízios para pisos duros ou abrasivos ou carpete (são diferentes), pés fixos deslizadores de Nylon ao invés de PVC também fazem diferença, mais altos ou mais baixos! Pino de aço ou 100% Nylon  quando não se quer oxidação. 

REVESTIMENTOS E OU MATEREIAS PARA ENCOSTOS E ASSENTOS: 
Revestimento com tecido apenas com a indicação de 100 % poliéster não quer dizer nada. 
Com ou sem costura?  Costura torna o revestimento mais frágil. 
Qual a trama? (Qual o peso por metro quadrado?).
Grossa mais leve e mais econômica ou mais fina, mais pesada, mais resistente? Como este tecido é preso na madeira ou no interno dos assentos e dos encostos? E se for tecido de vinil tipo courvin? Qual a espessura (e por conseqüência a resIstencia) ? Courvin liso ou corrugado, este mais resistente…
Usamos os seguintes padrões principais de revestimentos: 
Tecido 100 % poliéster ou polipropileno com trama mais grossa, mais econômica, liso ou fantasia marca JS.
Tecido 100 % poliéster trama mais fina, mais resistente, que podem ser de modelo tipo Panamá ou crepe, liso ou fantasia.

FABRICADA SOB QUE NORMAS? RESISTENCIA A LUZ, UVA UVB, PILLING, ETC, ETC. 
Vinil PVC ou semilicouro ou courvin liso ou corrugado com várias cores e padrões.
Vinil PVC ou courvin super resistente, importado tipo heavy duty?. 
Tecido em lã.?
Couro Ecológico, muito similar no aspecto ao couro legítimo.
Couro legítimo, várias cores. Couro de segunda linha, raspa de couro, lona, ” jeans”, lona siliconada, kvelar?
Podem ser de madeira para ambientes que não suportam outro material. 
Usamos apenas com cortornos anatômicos e ergonômicos com borda do assento arredondado, espessura 15 mm e encosto curvo. Envernizadas ou pintadas.
As madeiras retas e de pequena espessura, machucam e compromentem a circulação das coxas e se quebram facilmente. Madeiras devem ser certificadas pelo IBAMA. Compensadas naval onde as porcas são colocadas dentro da madeira a fim de que os parafusos externos não toquem nas nádegas. 
Totalmente injetadas em poliuretano integral skin em alma de aço ou madeira compensada naval para ambientes limpos ou controlados. Resistentes ao vapor, álcool isopropílico, hipoclorito de sódio (cândida).
Cadeiras com assentos e encostos de plástico de engenharia tipo polietileno e até de acrílico. Cores, resistências, pés de aço pintado, cromados ou totalmente em aço inoxidável. Cadeiras para ambientes ESD anti estáticos. Vários modelos de nossas cadeiras são revestidas de tecido anti estático. Bornes e conexão entre os componentes metálicos para aterramento nos assentos, encostos, braços e bases. Rodízios com banda de rodagem de aço, ou pés metálicos. Veja no item ESD a diferença entre dissipativas e condutivas.  

CADEIRAS FIXAS: 
A estrutura de uma cadeira fixa é de aço. Pode ser tubular tipo continua também chamadas de ski ou de 4 pés, também conhecidas de pés palitos. Atenção ao diâmetro dos tubos, soldas, etc.
Qualquer conjunto de assento/encosto pode ser montado em estruturas fixas individuais ou em longarinas para 2, 3, 4 ou até 5 lugares. 
As estruturas das longarinas, de aço, podem ser retas, de estilo, todas fosfatizadas contra corrosão e são pintadas por epóxi e ter trechos ou serem totalmente cromadas ou em inox ou em alumínio. 

APOIO PARA OS PÉS INCORPORADOS:
Cadeiras para produção ou operação, quando mais altas, tipo caixa, precisam de apoio para os pés. Neste caso, há os aros clássicos, com dois tamanhos de diâmetro ou os apoio de pés tipo JHS tipo cadeira de barbeiro ou apoio de pés externos, desde mais baixos até os mais sofisticados com várias regulagens de altura. 
Todos são de nossa fabricação. 

BRAÇOS E APOIA BRAÇOS: 
Basicamente podem ser fixos ou móveis. 
De polipropileno (termoplástico) ou injetados em poliuretano, mais macios. 
Vários estilos. Apóia braços super pequenos ou grandes para, literalmente apoiarem os braços. Só usamos apoia braços largos e grandes!
Podem ter regulagem de altura, podem ser móveis no sentido horizontal e até na largura, para os mais fortinhos. Podem ser até de aço cromado revestidos em couro…

FINALIZANDO

Especificar corretamente uma cadeira é fundamental para sua perfeita utilização.
Os engenheiros da MUNDOERGONOMIA não são apenas especialistas em ergonomia.

São engenheiros mecânicos, de produção, administradores de empresa com pós graduação em produção, coordenados pelo Eng. Osny Telles Orselli.

Uma cadeira para  indústria deve durar, desde que bem cuidada, até 15 anos ou mais. Instruções de uso, de limpeza e estocagem estão à disposição de nossos clientes. 
Uma cadeira com espuma errada, tamanho errado vai deixar você e seus associados com dor nas costas, nas pernas, com risco de uma lesão músculo-esquelética, mesmo que o fornecedor diga que atende à NR 17 e às normas da ABNT. 
As cadeiras fabricadas pela Mundoergonomia fabricadas para ambientes industriais, mostradas neste site, seguem o padrão de excelência tanto do ponto de vista mecânico, revestimentos, material de base, tipo e óbvio os aspectos ergonômicos. Para frio, calor, úmido, vapor, esterilizados, etc.

As cadeiras para ambientes de escritórios, home office, lojas, auditórios e arquibancadas são mostradas em vários estilos, tamanhos, design e cores incríveis. 

Procuramos, neste longo texto, mostrar uma série de características, a possibilidade de você poder ter uma cadeira “igual “, mas totalmente diferente. Achamos que com este resumo, você até comparar e perguntar dados para a concorrência e comparar. Mas gostamos de estudar o melhor tipo em função das suas necessidades, das suas atividades, das suas operações, do seu orçamento e do meio ambiente que você ou seus associados vão trabalhar. 
As alturas dos assentos em relação ao piso seguem um padrão do biotipo brasileiro médio, com muitas opções de alturas. Se houver necessidade de cadeira para pessoas mais baixinhas, até para anões ou para mais fortinhos, até gigantes ou sua bancada é muito alta, a Mundoergonomia irá estudar as melhores opções.

A BraSGolden – Mundoergonomia tem  muita experiência em atender as empresas sejam elas pesadas, leves, farmacêuticas, de alimentos, de alto risco ambiental, ambientes frios, quentes, etc.
Todos os produtos, até aqueles que não precisam obedecer Normas de Segurança do Trabalho como a NR 17 ou ANVISA possuem Laudos preparados por especialistas, Engenheiros Mecânicos, de Segurança do Trabalho, Ergonomistas, Médicos e Farmacêuticos.

A Mundoergonomia está à disposição em vendas@mundoergonomia.com.br  

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