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CIPA – TRABALHO EM PÉ – POSIÇÃO PERIGOSA

Reportagem de Lailson Nascimento

Depois de trabalhar por 33 anos no comércio varejista, o gerente de loja José Carlos Aleixo, de 53 anos de idade, decidiu fazer o básico pela própria saúde: passar por uma consulta médica pela primeira vez, após três décadas de trabalho, por conta das varizes que surgiram nas pernas. Foi só aí que ele descobriu que corria o risco de contrair trombose e sofrer uma embolia pulmonar. Aleixo faz parte de um grupo de pessoas cuja atividade exige horas de trabalho em pé e em posição estática, sem mudança para outra postura corporal, alongamentos ou caminhadas.

Ao longo do tempo, a rotina favorece o acometimento de fraqueza nos músculos, inflamações, dores nas articulações, lombalgia, desconforto nos membros inferiores (joelhos, tornozelos e planta do pé), varizes e risco de trombose. Tudo está relacionado à dificuldade de retorno do sangue dos membros inferiores para o coração, além da sobrecarga nas articulações. Além dos celetistas do comércio, trabalhadores da linha de produção do setor industrial, mecânicos, eletricistas, vigilantes, agentes de trânsito e de segurança pública são algumas das pessoas mais expostas a dores e doenças nos membros inferiores, porém qualquer pessoa que labora em pé corre risco.

………. O engenheiro em segurança do trabalho, Osny Telles Orselli, aposta no campo de atuação ao qual se especializou: ergonomia. “A ergonomia é um belo investimento onde o retorno se traduz em menos dores, doenças, absenteísmo, médicos e menos riscos de indenizações milionárias. Trabalhador sem dor erra menos, tem melhor espírito de equipe, produz melhor, e tudo isso resulta em melhora da produtividade e eficácia da linha de produção da empresa.” Já a arquiteta Priscilla Bencke, especialista no conceito de neuroarquitetura e qualidade corporativa, garante que as empresas têm evoluído no sentido de se criar ambientes de trabalho em função da saúde das pessoas. “Existem investimentos em ambientes corporativos cada vez mais dinâmicos pois as empresas reconhecem que os elementos do ambiente físico impactam na saúde do profissional. O olhar está voltado para ambientes em que as pessoas não permaneçam em posturas estáticas, o que melhora as condições de trabalho e resguarda as companhias contra ações trabalhistas.”

VER REPORTAGEM

Assessoria de imprensa e divulgação

 

TRABALHO EM PÉ – POSIÇÃO PERIGOSA

DICAS DO ENGENHEIRO OSNY TELLES ORSELLI

CAPA DA REVISTA CIPA

TRABALHO EM PÉS SEM CONTROLE AFETA PRODUTIVIDADE

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